quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Direção Nacional do PT não quer rompimento com PSB em Sergipe


A Direção Nacional do Partidos dos Trabalhadores (PT), já está informada sobre os recentes atritos entre membros do PT e do PSB em Sergipe. Quem garante é o sergipano Jefferson Lima, que é secretário nacional da Juventude do partido e membro da Direção Nacional. Ainda segundo ele, existe uma orientação para que se busque o máximo de diálogo. O objetivo seria manter o bloco unido para dar suporte ao projeto de reeleição do governador Jackson Barreto (PMDB).



A direção do PT também avalia que a exoneração do superintendente da Caixa em Sergipe, Luciano Pimentel (PSB), precisa ser esclarecida de forma tranquila. As informações são do site Sergipe 247, que publicou ontem uma entrevista com Jeferson Lima.


Ainda segundo o petista, o partido não só está acompanhando o imbróglio envolvendo a demissão do superintendente da CEF, como tem mantido contatos com o presidente estadual do PT em Sergipe, o deputado federal Rogério Carvalho. As conversas estariam tendo o objetivo de evitar um racha na base que dá sustentação ao governo do Estado.


"Todos nós sabemos da pressão que Campos faz nos estados para o PSB romper as alianças com o PT. Em Sergipe o desejo do PT é de continuar o bloco unido para eleição de Jackson Barreto, do senador ou senadora e dos deputados federais e estaduais do nosso campo político", afirmou Jeferson.


Questionado sobre as declarações mais recentes do senador Valadares, que afirmou que o PT quer que o PSB fique "na posição de cordeirinho, acomodado, humilhado e enfraquecido", Jefferson Lima disse que seu partido nunca tratou os aliados de forma negativa.


“Em todas as gestões do PT em Aracaju, em Sergipe e no Brasil, o PSB e os aliados sempre foram respeitados. Ajudamos a eleger o senador Valadares e estivemos na campanha de Valadares Filho para prefeito de Aracaju em 2012. Temos um grande respeito pelo senador Valadares e sabemos da importância dele e do seu grupo no processo de mudança em Sergipe. Essa expressão dele não representa na prática a relação que sempre existiu entre o PT e o PSB no Estado”, rebateu.

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