quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

72% dos gastos na Saúde Pública de Sergipe são pagos pelo Governo

Atualmente, 72% dos gastos com a Saúde Pública são custeados com recursos próprios do Governo do Estado, enquanto o Ministério da Saúde arca com 28%. Quando se fala em Saúde Pública, o Estado vem cumprindo muito além do seu papel, garantindo, inclusive, o atendimento que não seria de sua complexidade, a exemplo daqueles que deveriam ser absorvidos nas Unidades Básicas de Saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento.



"Muitas dificuldades precisam ser resolvidas e há muitos desafios pela frente. Mas é preciso aceitar o avanço da Saúde neste Governo que construiu, equipou, inaugurou e entregou aos gestores municipais 83 Clínicas de Saúde da Família nos municípios do interior do Estado, sendo 22 com salas de estabilização funcionando 24 Horas, além de seis Hospitais Regionais, Hospitais Locais, Unidades de Pronto Atendimento, medicamentos de alto custo. Isso é investimento do Governo do Estado", destaca a secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva Santos.
O comprometimento com a assistência é o que garante esse funcionamento. Além do investimento em estrutura e serviço, o Governo Estadual co-financia o custeio dessas salas 24 Horas, que garante o atendimento inicial das urgências até estabilização do paciente e encaminhamento à unidade mais adequada.
Quando se fala em UPAs e hospitais locais, tem que se falar também de investimento do Governo com valores mensais, como acontece em Itabaianinha, Simão Dias, Riachão do Dantas e Ribeirópolis.
Para manter este co-financiamento e fortalecer os sistemas municipais e regionais de saúde o Governo do Estado repassa mensalmente recursos aos fundos municipais de saúde, inclusive com recursos para a rede de hospitais em Aracaju (Cirurgia, Santa Isabel, São José, Zona Norte Nestor Piva, Zona Sul Fernando Franco, Hospital Universitário, Clínica São Marcelo).
"O Governo do Estado mantém, também, funcionando um dos maiores hospitais públicos do Nordeste, o HUSE onde aplica uma média de R$25 milhões mensais, garante o funcionamento da única maternidade de alto risco no estado, a Nossa Senhora de Lourdes, além de diversos outros serviços essenciais, a exemplo do Centro de Hemoterapia de Sergipe (HEMOSE) e o Laboratório de Saúde Pública (Instituto Parreira Horta)", esclarece a secretária.
"Então não dá para ignorar os avanços. Se é o Case, com mais de 20 mil usuários, que recebem medicação de uso contínuo, insulinas, medicações de alto custo, é o Estado bancando em média 75% do total. Se é TFD, que encaminha cerca de 150 pacientes todos os meses para diversos estados da federação para realizar tratamentos que não são disponibilizados em nosso estado, é o Estado que banca 60% do custeio, chegando a uma aplicação em torno de R$600 mil por mês com recursos próprios. Isso, além do HUSE e da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, como já citamos, dos Hospitais Regionais de Estância, Itabaiana, Lagarto, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora do Socorro e Propriá, dos hospitais locais de Tobias Barreto e Neópolis, a Maternidade de Capela e UPA de Boquim", esclarece Joélia Silva.
O Governo arca ainda, através da FUNESA, com a manutenção da política de educação permanente na saúde, capacitando e qualificando os trabalhadores. Administra os Centros de Especialidades Odontológicas, as Farmácias Populares e mantém a Brigada Itinerante, para prevenção, controle e combate à dengue.  Outros custeios
Para custear a UTI, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES) aporta recursos três vezes maiores que os repassados pelo Ministério da Saúde (MS).  "O custo da diária do leito da antiga UTI girava em torno de R$ 1.270,00, incluindo as despesas com os equipamentos médicos hospitalares, medicamentos e profissionais. O custo com a diária da nova UTI está prevista para até R$ 2,5 mil por leito. Recebemos do Ministério a quantia de R$800,00 por dia para cada leito. O maior valor é bancado pelo Governo. Quando falamos em Saúde, falamos de investimento, investimento alto e o Estado tem cumprido com o seu compromisso na garantia dessa assistência", contabiliza a secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva Santos.
Já o Samu, o custeio do Estado também gira em torno de 70%, já que os recursos recebidos do Ministério da Saúde não são suficientes para arcar com as despesas nos moldes de 100% de cobertura territorial, nas 36 bases descentralizadas.
"E esses gastos aumentam a medida que ampliamos continuamente os serviços, como abertura da Ortopedia 24 Horas em Itabaiana, a ampliação de 65 leitos e abertura do Centro Cirúrgico de Estância, ampliação de cirurgias ortopédicas em Lagarto, abertura da maternidade e implantação de cirurgias eletivas ortopédicas em Socorro e vários outros serviços. E cada vez que ampliamos a assistência, aumenta também o investimento do Governo do Estado que custeia mais de 70% dos gastos", conclui a secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva Santos.

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