quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Hospital Regional de Propriá ultrapassa 50 mil atendimentos em 2013‏

O Hospital Regional São Vicente de Paula, em Propriá, vem se consolidando como uma das mais importantes unidades da Rede Hospitalar Estadual, sendo referência para 16 municípios da região do Baixo São Francisco sergipano e para pacientes de municípios alagoanos.



A unidade realiza uma média de 5 mil atendimentos mensais e presta serviço de urgência e emergência com três leitos semi-intensivos na sala de estabilização, maternidade, leitos de internamento adulto e pediátrico, raio-X, laboratório, eletrocardiograma, entre outros.

De janeiro a outubro deste ano, o Hospital Regional de Propriá realizou 56.849 atendimentos. Na maternidade, foram realizados 1.172 partos entre normais e cesarianos. O número de procedimentos realizados chegou a 155.889 e 42.495 exames radiológicos, laboratório clínico e eletrocardiograma (ECG).

“Contamos com uma equipe de 42 médicos e 100 profissionais de enfermagem. Nossa escala de médicos, em todas as especialidades, é completa nos sete dias da semana. Entre o número total de atendimentos realizados pelo hospital, 30% são de pacientes vindos de municípios alagoanos que fazem fronteira com Sergipe”, disse Paulo Campos, superintendente do Hospital Regional de Propriá.

De acordo com o médico clínico geral e intensivista, Adriano Sousa Pacheco, desde que o hospital foi reformado, ampliado e equipado pelo Governo do Estado, houve um avanço significativo na assistência prestada à população. “A assistência tem evoluído muito depois da reforma e ampliação feita pelo Governo. Hoje, esse hospital é regional e contribui na resolutividade da Rede Hospitalar, desafogando o Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE), em Aracaju, referência para casos de alta complexidade. As pessoas não precisam se dirigir à capital para buscar atendimento”, afirmou.

Para a paciente Rosevânia dos Santos Silva, o atendimento na unidade de Propriá é de qualidade. “Fiz
uma cirurgia de vesícula e estou aguardando ter alta médica. O atendimento prestado pela equipe de profissionais é muito boa e humanizada. Desde quando me internei, nunca faltou medicamentos e sou muito bem assistida”, disse.

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