terça-feira, 5 de novembro de 2013

PC do B avalia que falta de cuidado com a cidade piorou problemas gerados pela chuva

Apesar dos problemas naturais, a exemplo das chuvas torrenciais que caíram na tarde-noite do domingo e madrugada de segunda-feira, 04, sobre Aracaju, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) acha que a falta periódica de manutenção da cidade aumentou em muito o drama vivido pela população. A opinião é do presidente do diretório Municipal do PCdoB, Antonio Bittencourt, para quem “a cidade precisa ser mais cuidada, os órgãos deveriam atuar de forma planejada para não deixar a população na mão e sem assistência”.

O comunista citou como exemplo o trabalho preventivo que deveria ser feito como desobstrução constante de bueiros, canais, ruas, recolhimento de lixo que, segundo afirma, “tem deixado a desejar”, além de atuar de forma mais eficaz no atendimento aos reclamos da população.

“Em maio do ano passado a cidade viveu tormento parecido quando choveu em apenas um dia o equivalente há quase um mês. Mesmo assim, a administração do PCdoB evitou uma catástrofe humana retirando, de forma planejada, milhares de famílias que viviam às margens do canal Santa Maria. Fomos criticados pela ação, mas evitamos mortes”, diz o líder do PCdoB.

Ele citou que, à época, o próprio prefeito Edvaldo Nogueira mobilizou suas equipes, foi à linha de frente e a cidade sofreu muito menos em razão da periodicidade da manutenção.

 “Tão logo o fenômeno da maré cheia baixou, equipes recolheram os entulhos, abrigaram pessoas e a cidade voltou à normalidade no final do expediente”.

Valadares Filho – O comunista também reclama de uma presença mais constante do deputado Valadares Filho (PSB), na discussão dos temas e problemas da cidade, “afinal a quantidade de votos que recebeu da população exige dele a ocupação de um papel crítico e de oposição à atual administração”.

Para Bittencourt, a oposição deve atuar como um bloco mais coeso, “pois o que está em jogo é a manutenção dos avanços ou a imposição do retrocesso conservador alvista. João, que se autodenominou a solução, na prática tem mostrado que é a dissolução dos avanços políticos e administrativo da nossa capital”, disse, citando a insatisfação da população ante a criação da taxa de iluminação, venda da conta do Banese, falta de manutenção da cidade, briga política com o governo sem resolver o problema da avenida Beira Mar e queda vertiginosa na qualidade do transporte público”.

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