sexta-feira, 8 de novembro de 2013

IBGE revela: Aracaju, a cidade com menos favelas no Brasil



Pesquisa aponta que capital sergipana é a 1ª do país na a redução de moradias irregulares




Um estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro Geográfico e Estatístico) destaca o município de Aracaju (SE) como sendo o primeiro do Nordeste e o segundo do país – empata apenas para Macapá (AP) –, em dados estatísticos por apresentar um índice ínfimo, baixo, da existência de favelas.




O estudo ganhou as páginas com relevado destaque num dos maiores jornais de circulação do país – O Estado de São Paulo – página A34, edição da quinta-feira, 07 de novembro. Os dados publicados fazem um retrato do “Perfil das Ocupações dos moradores em favelas por região metropolitana”.



Se levado em conta o percentual em milhões de pessoas por localidade, Aracaju apresenta o índice de 0,7% de sua população total morando em favela, bem distante do primeiro lugar – São Paulo – que destina 18,9% de sua totalidade morando em condições de irregularidades nos padrões urbanísticos.



Os dados são comemorados pelo ex-prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), para quem “as administrações vitoriosas de Marcelo Déda e do seu partido são os maiores responsáveis pelo alcanço do avanço social e da acomodação do povo que vivia em favelas e palafitas para moradas dignas e condizentes”.



Para ela, as administrações do PT, PCdoB e aliados políticos nos últimos dois anos foram os maiores responsáveis pela melhoria significativa da qualidade de vida da população aracajuana, fato que exemplifica com ações.



“Nós melhoramos significativamente as atenções do poder público para os pobres, tiramos o povo das palafitas na Coroa do Meio e começamos a grande mudança”, diz, ressaltando o trabalho dos dois governos progressistas ao tirar famílias do Morro do Avião, Aeroporto, construir um novo bairro – 17 de março – além de acabar com as dezenas de invasões ao largo do canal Santa Maria.



“As intervenções decisivas com drenagem, pavimentação, saneamento básico no bairro Santa Maria, Coqueiral, zona de Expansão de Aracaju, entre outras comunidades, contribuíram decisivamente para alcançarmos estes índices. Tenho orgulho de ter sido prefeito de Aracaju e colaborado, junto com o governador Marcelo Déda, para obtenção desta vitória, constatada pelo IBGE”, celebra Nogueira.



Edvaldo também espera que as ações continuem na atual administração – João Alves Filho – e enaltece o trabalho de sua equipe e de todos os aliados políticos que trabalharam à frente da municipalidade, reduzindo os índices de pobreza, com a atuação destacada na área social, a exemplo da concessão de auxilio moradia a ex-favelados – mais de três mil com recursos da PMA – habitação para os pobres, construção de casas populares, “o que fez destacar Aracaju com a melhor capital do Nordeste e segunda do Brasil a se livrar das ocupações indignas e irregulares”.



Segundo dados do IBGE, a pesquisa constatou que 77% dos domicílios das áreas de moradia informal, precária, pobre e/ou com serviços precários ficavam, em 2010, em Regiões Metropolitanas com mais de 2 milhões de habitantes. O IBGE descobriu ainda que 59,4% da população de aglomerados estavam em cinco Regiões São Paulo (18,9%), Rio (14,9%), Belém (9,9%), Salvador (8,2%) Recife (7,5%).Outros13,7% acumulam-se em outras quatro: Belo Horizonte (4,3%), Fortaleza (3,8%), Grande São Luís (2,8%) e Manaus(2,8%).Essas nove regiões abrigam 73,1% da população de áreas informais identificadas na pesquisa.



“Uma área ocupada irregularmente por certo número de domicílios, caracterizada, em diversos graus, por limitada oferta de serviços urbanos e irregularidade no padrão urbanístico. Espécie de mapa das coletividades precárias e/ou à margem dos serviços públicos do Brasil –favelas, mocambos, loteamentos”, diz a matéria de O Estado de São Paulo, ao anunciar o que caracteriza essa tipo de moradia irregular, quase inexistente em Aracaju, apenas 0,7% de sua população, que é hoje de 600 mil habitantes.

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