terça-feira, 22 de outubro de 2013

Zeca da Silva defende Capela para sediar fábrica de Carnalita

O deputado estadual Zeca da Silva (PSC) ocupou ontem a tribuna para relatar a luta em defesa da unidade fabril do Projeto Carnalita ser sediada em Capela. Zeca falou sobre a reunião que teve com o governador em exercício, Jackson Barreto (PMDB), acompanhado do prefeito de Capela, Ezequiel Leite (PR) e da bancada de vereadores do município, e afirmou que o momento é uma soma de esforços em prol dos capelenses.
 
Zeca afirma que 80% do minério potássio, que será explorado no Projeto Carnalita, está presente nas terras capelenses e que nada mais justo e viável é que a unidade fabril seja sediada em Capela. “Essa é uma preocupação minha desde que estive como secretário de Estado de Desenvolvimento e Tecnologia e que tive a oportunidade de discutir o projeto. Na época, tinha-se discutido que a fábrica seria instalada em Capela, por possuir quase a totalidade do minério. E agora se ouve que a unidade será instalada em Japaratuba, que só possui 20% da riqueza mineral, porque afirmam que tecnicamente seria mais viável”, diz.

O parlamentar discorda do parecer do estudo técnico, já que a viabilidade de instalação pode ser considerada a favor para os dois municípios. “A distância da fábrica entre um município e outro é de apenas 15 metros. Não há lógica nessa viabilidade técnica. O que me deixa mais surpreso é que Capela possui 80% do potássio e ainda não é vista como a cidade mais favorável para receber a fábrica. Isso já seria o fator decisivo de bom tamanho”, afirma.

Zeca da Silva ainda disse que o povo de Capela está na esperança de receber a fábrica já que o projeto é grandioso economicamente e gerará avanços na área de emprego e prestação de serviços. “Vamos encampar essa luta para que consigamos instalar a fábrica em Capela. Os capelenses estão aderindo um movimento chamado 'A Carnalita é Nossa', com a proposta de chamar a atenção de todos. Precisamos nos atentar e mostrar que a cidade de Capela merece maior atenção do Governo”, conclui.

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