terça-feira, 29 de outubro de 2013

Jackson Barreto diz que quer ampliar aliança


Por MAX AUGUSTO 
 
Em entrevista concedida ontem à imprensa, o governador em exercício, Jackson Barreto (PMDB), afirmou que a coligação que o elegeu vice-governador há quatro anos pode ser ampliada para a próxima eleição – quando ele deverá disputar o governo. Jackson confirmou seu compromisso em apoiar a reeleição da presidente Dilma Roussef (PT) e manter a coligação com o PT em Sergipe, mas não descartou a possibilidade de agregar novos partidos. Ele também garantiu que mesmo com os problemas financeiros vividos por todos os estados e municípios brasileiros, não deixará de pagar o 13° dos servidores.



“A coligação pode ser ampliada, ela não tem que continuar nos mesmos moldes em que está hoje, ela pode ser ampliada”, disse. Comentando a relação entre o PT e PMDB em Sergipe, Jackson revelou que no último domingo tomou café-da-manhã com o diretor da Petrobras, José Eduardo Dutra (PT). Na pauta, questões relativas ao PT, PMDB e demais partidos.



“Chegamos à conclusão de que é preciso haver um equilíbrio entre as forças que compõe o nosso projeto político, equilíbrio do ponto de vista da participação no governo”, explicou o governador em exercício.



Fundação

Ele também informou que no último sábado recebeu em seu gabinete o secretário da Casa Civil, Sílvio Santos, que não demonstrou mágoas ou ressentimento em relação à exoneração de diretores da Fundação de Saúde. “Ele disse que não havia problemas, apenas o governador não estava satisfeito com o andamento da Fundação, e cabe a ele a mudança. Me angustia dizer que está faltando remédio em setores como o da oncologia, é uma alfinetada no coração. A fundação precisa compreender que sua atividade fim é mais importante que a atividade meio”, falou JB.



Reajuste

Jackson Barreto também falou sobre a questão do reajuste dos servidores públicos. Ele não confirmou se haverá aumento ainda esse ano e disse que o governo está realizando a análise do trabalho feito pela comissão que estudou as finanças do estado.



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