quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Comércio sofre com paralisação dos bancos e pede acordo entre trabalhadores e empresários

Lideranças da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) se reuniram na manhã de ontem em Brasília (DF), para encaminhar um ofício à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pedindo um acordo imediato entre bancários e empresários. A medida é uma forma de evitar que a greve se prolongue até o quinto dia útil do mês, período em que a maioria das empresas executam suas folhas de pagamento.

 “É neste exato momento, em que milhões de consumidores recorrem aos bancos para sacar dinheiro, pagar boletos e compensar cheques. É um dos maiores momentos para o consumo interno. Se a greve se prolongar e alcançar o quinto dia útil do mês, o comércio pode sofrer perdas na ordem de 30% no período”, disse.

De acordo a CNDL, que reúne mais de 1,2 milhão de pontos de venda em todo o país, a greve dos bancários vem prejudicando não só o comércio, mas toda a economia brasileira, que atualmente se encontra em uma situação delicada e precisa de estímulos para retomar o crescimento.

Em nota enviada à Febraban, a CNDL afirma que o direito de greve é legítimo, mas não pode deixar de prestar os serviços básicos e essenciais à população. “As micro e pequenas empresas já enfrentam dificuldades diárias por conta da carga tributária excessiva e pela pesada folha de pagamento e não podem ficar reféns desta paralisação”, disse Pellizzaro Junior.

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