segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Ana Lúcia diz que quer mudar o PT


A manhã do último sábado foi marcada por muitas discussões entre os militantes do Partido dos Trabalhadores, durante o primeiro debate entre os candidatos à presidência do diretório estadual do PT. A atividade, realizada na Câmara de Vereadores de Japaratuba, é o primeiro de muitos debates que irão acontecer em todas as regiões de Sergipe até a realização das eleições internas do partido, o PED, em novembro deste ano.  A deputada estadual Ana Lúcia, candidata à presidência do PT em Sergipe, apresentou propostas para reconstruir e reorganizar o partido, visando resgatar seu caráter democrático e popular. Ao todo, são treze direcionamentos apontados.
 
“Nosso partido precisa passar por uma grande transformação política, ideológica e programática”, defende Ana Lúcia. Para isso, ela propõe o aprofundamento da democracia participativa interna; o estreitamento do diálogo com os movimentos sociais e populares; a ampliação dos processos de formação política dos filiados e filiadas e o fortalecimento dos setoriais.

Luciano Acciole, vereador e candidato à presidência do diretório municipal de Japaratuba reforçou a importância de dar vida e organicidade ao PT. “O partido precisa tomar para si as bandeiras do socialismo, da democracia e da luta contra o imperialismo no cotidiano e na formação dos filiados”, argumentou Acciole.

Ana Lúcia avalia que, para reorganizar o partido, é necessário ter a participação direta e efetiva dos municípios. “Precisamos conhecer suas realidades, articular e formar cotidianamente essa militância para o nosso programa. Precisamos visitar cada município para discutir e planejar quais são suas demandas discutir politicamente estratégias de supri-las”

A candidata também propõe que o PT realize campanhas em defesa da qualidade dos serviços públicos e das reformas estruturais essenciais para nosso estado, como parte da estratégia de reaproximar o partido das suas bases históricas, os trabalhadores e trabalhadoras. “Devemos ter com um programa que dialogue com a sociedade, que atenda os anseios da população e que consolide nosso projeto democrático e popular”, sugere.

A candidata defendeu uma política de alianças a partir do programa do partido e não apenas da conjuntura política. “Não podemos fazer alianças com quem não tem afinidades programáticas e de princípios com o PT. Precisamos apoiar a classe trabalhadora, porque é essa classe trabalhadora que nos apoia e foi dela que surgiu o partido”.

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