terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vereadores não apoiam criação da CPI dos transportes




O vereador Max Prejuízo tentou, mas não teve jeito: não conseguiu o  número mínimo de assinaturas para dar início à CPI dos Transportes. Na tarde de ontem ele discursou na Tribuna da Câmara, tentando alertar os parlamentares sobre a necessidade da instalação da comissão, que iria investigar a fundo o problema do transporte urbano. Mas no final ele conseguiu apenas sete assinaturas – quando precisaria de no mínimo oito, ou seja, 1/3 dos parlamentares.


O parlamentar falou sobre os diversos problemas do setor e disse que a CPI "é necessária para apurar e analisar fatos e gravíssimas violações do direito dos usuários do transporte público da capital, causados pela má gestão das empresas que prestam esse serviço”. A finalidade, segundo Max Prejuízo, “é identificar algumas situações que existem até hoje, esclarecer a população e apontar soluções".

Apenas sete, dos vinte e quatro parlamentares da atual legislatura assinaram o requerimento. Foram eles: Max Prejuízo (PSB), Lucas Aribé (PSB), Iran Barbosa (PT), Adriano Taxista (PSDB), Pr. Roberto Morais (PR), Dr. Emerson (PT) e Lucimara Passos (PCdoB).

"Continuarei conversando com cada um dos vereadores, mostrando a necessidade da instauração da CPI do Transporte Público. A chegada de uma nova empresa em nada impede a CPI, pelo contrário, é necessário descobrir os erros cometidos para que eles não se repitam. São ônibus sucateados, frota insuficiente, ausência de pagamento dos tributos, falta de repasse da taxa de gerenciamento para a prefeitura e falta de licitação. É disso que a CPI iria tratar para garantir o avanço do sistema de transporte." argumenta Max Prejuízo.

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