segunda-feira, 19 de agosto de 2013

“Quero e tenho condições de ir para o 2º turno”, diz Ana Lúcia

Única mulher concorrendo à presidência do PT Sergipe, Ana Lúcia acredita ter chances reais de disputar o 2º turno das eleições internas do partido


“O PT é um partido diverso e plural, que preza pelo debate de ideias e propostas com todos os seus filiados e filiadas. Por isso, quem decide eleições no Partido dos Trabalhadores não é um núcleo dirigente, mas a militância do PT, que se posiciona e vota no projeto que acredita ser essencial para os rumos do partido”. A afirmação é da professora e Deputada Estadual Ana Lúcia, candidata à Presidência Estadual do PT.

Para Ana Lúcia, que é candidata com a chapa “Vamos Mudar o Partido para Mudar Sergipe!”, é importante que não só a militância do PT, mas toda a população saiba que é falsa a tentativa de polarização da disputa para os rumos do partido em apenas dois nomes. “Quatro candidaturas estão colocadas para essas eleições, todas são legítimas, todas têm base social e todas têm chances reais de ganhar as eleições. É certo apenas que teremos segundo turno, mas não sabemos com quais candidaturas. Nada está definido, quem vai decidir é a militância do PT que irá às urnas em 10 de novembro [dia das eleições internas]”, ressalta.

Única mulher concorrendo à Presidência do PT Sergipe, Ana Lúcia entende que as candidaturas têm o compromisso de utilizar o período das eleições internas para discutir o PT como um todo e não desejos pessoais ou de alguns grupos. Para ela, “mais do que nomes é fundamental discutirmos projetos. Temos que debater as concepções, táticas, estratégias, métodos e propostas reais para os próximos anos do nosso partido. Não podemos personalizar as disputas dentro do PT, mas reforçar o papel protagonista do conjunto da militância nesse processo”.

Ana Lúcia acredita que o momento histórico que Sergipe e o país atravessam lhe dá condições de sair vitoriosa nas eleições do PT. Segundo a candidata, “as manifestações de rua nos últimos meses demonstram que há um desejo profundo de mudanças nos rumos do maior partido da esquerda sergipana e brasileira. E esse desejo está presente também em muitos militantes do PT. Aliado a isso, a trajetória do agrupamento que componho é coerente com o projeto político construído pelo Partido dos Trabalhadores, o que nos credencia a ter chances reais de ter êxito nessas eleições”.













 

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