quarta-feira, 7 de agosto de 2013

CPI da Telefonia quer proibir venda de celulares

O vice-líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Augusto Bezerra (DEM), informou, em pronunciamento feito na sessão desta terça-feira, dia 6, que amanhã vai a Brasília (DF), para tratar da primeira medida que vai ser tomada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia, instalada na Casa. Juntamente com os deputados Zezinho Guimarães (PMDB), José Franco (PDT) e Jeferson Andrade (PSD), ele irá pedir a proibição de venda de novos aparelhos, até que se melhore o serviço prestado pelas empresas de telefonia celular, problema que acontece em quase todo país.

“Alguns Estados já estão preparados para isso, o Rio Grande do Sul está comandando, e amanhã estaremos em Brasília para tratar desses assuntos da CPI da Telefonia”, disse o deputado relator da Comissão. Augusto Bezerra informou que essa CPI está acontecendo em 14 Estados, diante dos problemas que existem na telefonia celular não só em Sergipe, mas em todo país.

Ainda em seu pronunciamento, o deputado Augusto Bezerra pediu à Mesa Diretora da Assembleia a instalação da CPI das Fundações. Segundo o parlamentar, no primeiro semestre, já foi entregue o pedido com 11 assinaturas para a criação da CPI, que foi uma iniciativa da deputada licenciada Goretti Reis (DEM). Ele disse que tem sido cobrado pela sociedade o funcionamento dessa comissão.

“Eu não sei por que esta Casa não instalou ainda. Estão cobrando uma coisa que já está pronta. Esta Casa precisa dar uma resposta, porque nossa parte nós fizemos. Uma CPI se instala com oito assinaturas e nós trouxemos 11. Precisamos dar uma resposta à sociedade”. Augusto Bezerra disse que é importante que a Assembleia veja a instalação dessa CPI, os partidos façam a indicação dos membros e ela comece a funcionar.

O deputado Augusto Bezerra acrescentou que acredita que este será um semestre de muito trabalho na Assembleia Legislativa. Ele registrou a presença na galeria da Casa do agente penitenciário Edilson, que, segundo ele, tem lutado há vários anos para que haja o reenquadramento dos agentes penitenciários. Para o parlamentar, não é mais possível o governo deixar uma categoria dividida. “Uma parte ganhando mais e outra menos, mas todos fazendo o mesmo serviço”, declarou, acrescentando que esta será uma das suas lutas neste segundo semestre.



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