quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Agamenon diz que vai continuar cobrando trabalho dos professores

O vereador Agamenon Sobral (PP) usou a Tribuna durante Sessão Plenária na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) na tarde de ontem para criticar moção de repúdio a ele, enviada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação no Estado de Sergipe (Sintese). O parlamentar afirmou que não vai manter-se calado diante da falta de compromisso de alguns educadores.

 
“Esses professores não querem dar aula. Só querem botar dinheiro no bolso. Não querem ir para escola, querem ensinar na particular no mesmo horário que é para estar na pública e não depois não quer que o vereador fale?”, questionou o parlamentar. Agamenon afirmou que não considera o Sintese como um sindicato. “Não é sindicato, mas comitê eleitoral, e que arrecada por ano mais de R$ 2 mi e não tem um projeto na escola pública para beneficiar o aluno”, apontou.

O vereador reafirmou que enquanto os professores não quiserem dar aula, vai continuar levantando a discussão para o tema. “Ou esse comitê eleitoral bota os professores para irem dar aula ou vou continuar falando, professores e médicos em Sergipe é caso de polícia. Vou conclamar os pais para que quando o professor faltar, para ir à delegacia prestar queixa. Quero professor na sala de aula”, desabafou.

Agamenon lembra que a escola pública não paga mal, o que não justificaria a falta de compromisso de alguns profissionais. “Escola pública não paga mal, porque o mesmo professor ensina na particular ganhando a metade do salário”, disse.

Problemas administrativos
O parlamentar aproveitou o pronunciamento para criticar a postura de alguns colegas da oposição que afirmam que o prefeito João Alves Filho (DEM) não tem “mostrado” serviço. “O prefeito pegou a cidade no buraco. Finanças arrebentadas e não se sabia como se proceder e como sair dessa situação deixada pelo governo de Edvaldo Nogueira (PCdoB). Para poder começar a trabalhar tem que tapar esse buraco. O prefeito foi fazer isso criando o serviço Rodando no Macio e já deu para perceber que a cidade começou a ter um serviço de recapeamento para tapar o buraco deixado”,

Agamenon lembra que um dos problemas mais graves encontrados por João Alves foi o valor da dívida com fornecedores. “O montante da dívida era difícil de ser pago, foram seis meses pagando para começar a trabalhar. Para os que acham que ele não trabalha, se tapar mazelas deixadas pelos governos do PT e PcdoB não for trabalho, não sei o que é”, assegurou.



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