segunda-feira, 22 de julho de 2013

Prefeitos e secretários de Saúde vão se reunir para reivindicar repasses para o setor


Na próxima sexta-feira, prefeitos e secretários municipais de Saúde de Sergipe irão se reunir no auditório da Aease, em Aracaju, a partir das 9 horas. O objetivo do encontro é analisar quais medidas serão tomadas para reaver junto ao Governo do Estado verbas relacionadas à área da Saúde. De acordo com os presidentes das entidades municipalistas sergipanas, que estiveram reunidos recentemente, há mais de 24 meses o Estado não tem feito o repasse, que é oriundo do Ministério da Saúde e destinado, em parte, à Assistência Farmacêutica e aos Centros de Atenção Psicossocial Social (Caps).


Esse é o entendimento dos presidentes da Federação dos Municípios de Sergipe (Fames) e prefeito de Monte Alegre, Antônio Rodrigues, o “Tonhão”;  da Associação dos Municípios da Região Centro Sul de Sergipe (Amurces), Antônio da Fonseca Dórea, o “Toinho de Dorinha”; e da Associação dos Municípios da Barra do Cotinguiba e Vale do Japaratuba (Ambarco) e prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Fábio Henrique.


De acordo com Tonhão, esses recursos ajudariam a minimizar os problemas enfrentados pelos municípios que se encontram numa situação difícil, devido à queda de repasses, principalmente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “É uma dívida que o governo tem com os municípios e não podemos deixar ela passar. Tanto eu, como Toinho e Fábio Henrique vamos colocar em pauta junto aos demais prefeitos quais as possibilidades de receber esses recursos que irão servir para o desenvolvimento de trabalhos de assistência médica, que em sua maioria, ajuda até a desafogar o atendimento que é feito pelo Estado nos hospitais situados na capital”, destaca Tonhão.


De acordo com ele, as entidades municipalistas só estão buscando a mesma condição que é dada ao município de Aracaju. “A capital vem recebendo esses recursos, mas os municípios não. Tem cidade com mais de R$ 300 mil a receber. Por isso, vamos fazer o devido levantamento para poder mostrar ao governador esse problema, que implica no atendimento à população”, afirma.        


“Vamos ao governo mostrar que estamos fazendo uma reivindicação coletiva, das três entidades que representam os municípios sergipanos, falando a mesma língua sem evolver qualquer intenção partidária, mas sim, da necessidade em algo que venha a beneficiar a todos”, completa o presidente da FAMES.

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