quarta-feira, 22 de maio de 2013

Jackson diz que Amorim sofreu condenação judicial e coloca empresas em nome de laranjas

Edvan Amorim é um zero à esquerda na política, manipula seu irmão, o senador Eduardo Amorim e coloca suas empresas em nome de “laranjas”. Essas afirmações foram feitas manhã de ontem pelo vice-governador Jackson Barreto (PMDB), em entrevista ao radialista George Magalhães, na Mega FM. As respostas foram uma tréplica à discussão iniciada na semana passada quando Edvan Amorim afirmou que Jackson era um político ultrapassado. Pouco depois o vice-governador disse que não era ultrapassado nem trapaceiro, e afirmou que Amorim já havia sido condenado pela Justiça, no caso do Banestado. Amorim negou condenações e afirmou que Jackson é “manhoso” e “frustrado”.


Desta vez Jackson afirmou que Amorim não é candidato a nada e não possui nenhuma importância política, e só aparece concedendo entrevistas para encobrir seu irmão, o senador Eduardo Amorim, que é candidato e pretende ser preservado do debate político. “Quem é esse Amorim? Quem sabe quais são as empresas de Amorim? É tudo em nome de laranja! E quem tem empresa e coloca em nome de laranja está escondendo alguma coisa, tem medo da Justiça”, afirmou Jackson.

Condenado e laranjas
Apesar das negativas do empresário, que mostrou documentos afirmando que foi absolvido no STJ, Jackson insistiu que o empresário Edvan Amorim já sofreu uma condenação judicial, cuja sentença determinou reclusão de quase oito anos. “Depois ele conseguiu trancar a ação no STJ, mas ele foi condenado em primeira instância. Ele teve sorte de conseguir trancar a ação, mas foi condenado. E não importa se a ação foi trancada ou não foi, o que importa é que Amorim não é mais réu primário e não tem bons antecedentes”, explicou JB.

Barreto disse ainda que recebeu informações de Edvan foi também condenado pela Justiça Federal no estado de Alagoas e questionou porque Amorim, sendo sergipano, foi tomar dinheiro no estado do Paraná. Ele também lembrou detalhes do processo: “Um funcionário de José Edivan, Jose Ednaldo, que aparece no documento do Banestado do Paraná, conseguindo um empréstimo de R$ 33 milhões. Edvan envolveu até nomes de familiares como Laranjas”, continuou.

O vice-governador disse ainda que o empresário responde a processo no Rio Grande do Norte e a execuções da Fazenda Pública (que realiza a cobrança de impostos federais) no Rio de Janeiro, Alagoas, São Paulo, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Bahiam Fortaleza e Paraíba. “O que uma pessoa dessas tem para dizer? Isso não é um currículo, é uma folha corrida”, fustigou.

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