quarta-feira, 1 de maio de 2013

Entidades e movimentos sociais organizam ato público em homenagem ao Dia Internacional do Trabalhador



Entidades sindicais, estudantis e partidos políticos de esquerda organizam ato público amanhã, 1º de maio, Dia Internacional do Trabalhador. A manifestação será realizada no bairro Santa Maria, na zonal sul de Aracaju, às 9h, com concentração em frente ao supermercado GBarbosa. 
 
“Os moradores dos bairros Santa Maria e 17 de Março estão realizando uma campanha por melhorias na infraestrutura do bairro. Está sendo organizando um abaixo assinado exigindo da Prefeitura de Aracaju investimento em saneamento básico, iluminação e transporte público. Decidimos realizar nosso ato do Dia Internacional do Trabalhador neste bairro com o objetivo de fortalecer essa campanha que está em curso”, disse Deyvis Barros, da Central Sindical e Popular – CSP Conlutas, uma das entidades organizadoras da manifestação.

Para Vera Lúcia, presidente estadual do PSTU, o dia 1º de maio deve ser marcado por lutas no Brasil e no mundo. “O nosso partido soma-se às entidades combativas dos movimentos sociais na organização de um ato público que tem como objetivo principal mostrar que a classe trabalhadora, juntamente com os movimentos sociais, são protagonistas de grandes lutas no Brasil e no mundo. No Dia Internacional do Trabalhador vamos às ruas, com nossas faixas e bandeiras, exigir da presidente Dilma Rouseff (PT), do governador Marcelo Déda (PT) e do prefeito João Alves Filho (DEM) emprego, salários dignos, moradia, transporte público de qualidade e melhorias na saúde e educação”.

Gilvani Alves, diretora do Sindipetro AL/SE e do Movimento Mulheres em Luta, destaca que as bandeiras da luta contra o machismo e todas as formas de opressão também estarão presentes na manifestação. “O combate às opressões, seja o machismo, racismo e homofobia, é parte da nossa luta cotidiana e são bandeiras de lutas que não podem está ausente no 1º de maio. Vivemos em um país em que 40% das famílias são chefiadas por mulheres que cuidam, educam e sustentam sozinhas seus filhos. Mesmo nas famílias em que o homem e a mulher trabalham e sustentam a casa, segue a responsabilidade do trabalho doméstico e do cuidado com os filhos com as mulheres. Por isso, as medidas que atacam os direitos de todos os trabalhadores, nos afetam de uma forma ainda mais profunda. Além de sermos exploradas e acumularmos outra jornada de trabalho, a de casa, ainda sofremos com a fal ta de creches públicas e serviços públicos de qualidade, como saúde, moradia, educação e transporte. Precisamos nos movimentar e ir às ruas no dia 1º de maio”.

O ato público está sendo organizado pela CSP Conlutas, ANEL, Sindipetro AL/SE, Sindicagese, Sindivigilantes, Associação dos Pescadores de São Cristóvão, Sindicap, Movimento Mulheres em Luta, Unidade Classista, UJC, Coletivo Feminista Ana Montenegro, Movimento Não Pago, Coletivo de Mulheres de Aracaju, CAEF/UFS, Oposições Sindicais (Servidores Federais, Previdência e Construção Civil), PCB, PSOL e PSTU.

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