segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fusão entre PMN e PPS vai abrir “janelas” para a migração de políticos com mandato

Será na quarta-feira, 17, a realização do Congresso Extraordinário Nacional do PMN, que deverá referendar a fusão com o PPS. A informação é do presidente estadual do PMN, Antonio Luiz, que estará presente em Brasília a este importante evento e acredita que a decisão tem cem por cento de possibilidade de ser aprovada. Com essa fusão, abrem-se várias “janelas” para que políticos com mandatos possam migrar para o novo partido a ser formado com a fusão entre o PMN e o PPS, que inclusive já tem um nome, que é Mobilização Democrática (MD).


 
E mais: a troca de partido por esses políticos acontecerá sem que fiquem sujeitos às penas das regras que regem a fidelidade partidária. Em outras palavras, eles não correrão nenhum risco de perder o mandato.

Por conta disso, o presidente estadual do PMN, Antonio Luiz, diz que a partir da homologação definitiva da fusão entre o PMN e o PPS, em Sergipe “as portas estarão abertas para receber novos filiados que queiram ingressar no novo partido”.

O PPS já realizou seu congresso que referendou essa fusão, estabelecendo também que 14 estados serão comandados pelo partido e 13 pelo PMN. Sergipe ficou entre os que estarão sob o comando do PMN, que vai continuar sendo presidido por Antonio Luiz. O PPS ficou com o maior colégio eleitoral do país, o Estado de São Paulo.

Por outro lado, a direção nacional do partido será dividida entre os atuais integrantes dos dois partidos, sendo que a presidência deverá ficar com o deputado federal Roberto Freire (PPS). Essa é uma decisão que vai ser referendada quando da realização de um encontro nacional entre os integrantes dos dois partidos.

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