quinta-feira, 14 de março de 2013

Sindicalista diz que São Cristóvão virou terra do terror para servidores


Por MAX AUGUSTO 
 
Em entrevista concedida ontem ao radialista George Magalhães, na rádio Mega FM, o sindicalista Joel Almeida afirmou que o município de São Cristóvão virou uma terra do terror para os servidores públicos, e principalmente para os professores. O diretor do Sintese disse que a Prefeitura vem cometendo irregularidades, ao cortar o salário dos servidores, e que o município virou uma “terra de ninguém”.




Joel ainda falou que o ex-prefeito Armando Batalha (PSB), casado com a atual prefeita Rivanda Batalha (PSB), seria o responsável por todas essas iniciativas. “Rivanda é a prefeita, mas quem visita o juiz, quem vai no Ministério Público, quem conversa com os professores e quem resolve tudo é Armando Batalha. Armando pratica o terror e Rivanda assina”, acusou Joel, garantindo ainda que o ex-prefeito não pôde ser candidato na última eleição porque estaria enquadrado na lei da Ficha-suja, por cometer supostas irregularidades – e por isso indicou a esposa para disputar o cargo.



Ainda segundo Joel os professores de São Cristóvão tiveram os salários cortados por decreto da Prefeitura, o que não seria legal. Vários membros do magistério receberam seu salário com até 50% a menos. “Há uma trama diabólica, mais de 250 professores ficaram sem salário. Eles já não receberam o salário de dezembro, na gestão do ex-prefeito, e agora em janeiro a nova prefeita cortou metade do salário, justificando que os professores não apresentaram o plano de aula, mesmo estando num período de recesso”, criticou o sindicalista.



Joel Almeida avaliou que o ex-prefeito Armando Batalha quer que o município tenha acesso à certidão negativa, e está fazendo isso às custas dos professores, deixando de pagar a categoria. “Ele faz qualquer coisa hoje para ter a certidão negativa, e o alvo preferencial são os professores. Espero que a Justiça de São Cristóvão haja, porque do jeito que Armando está eu não duvido que ele corte o salário de todo mundo, é muita maldade deste cidadão”, concluiu, informando inclusive que o Sintese já está comprando cestas básicas para distribuir com os professores da cidade.





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