sexta-feira, 22 de março de 2013

“Pontos de ônibus podem ficar mais cheios com remanejamento”, alerta Adriano Taxista

O vereador de Aracaju, Adriano Oliveira (PSDB), o “Adriano Taxista”, promoveu uma audiência, realizada no plenário da Câmara Municipal, no início da noite de ontem, com representantes dos rodoviários, parlamentares, além da secretária Municipal da Defesa Social e da Cidadania (Semdec), Georlize Teles, e o Superintendente da SMTT, Nelson Felipe da Silva Filho, que participaram da audiência sobre o processo de negociação de remanejamento dos 260 rodoviários da VCA (que devem ser demitidos) para outras empresas. O deputado estadual Capitão Samuel (PSL) também participou do encontro.


“Na ocasião a SMTT afirmou que havia uma grande possibilidade dos motoristas, cobradores e mecânicos da VCA serem remanejados para as empresas que ficaram com as novas linhas de transporte, o que até o momento não ocorreu. Hoje temos mais de 200 trabalhadores apreensivos, angustiados porque correm sérios riscos de ficar desempregados. Não podemos deixar esses pais de famílias na situação em que estão”, reforça Adriano Taxista que requereu a audiência pública para debater a questão.

Na oportunidade, Adriano alertou que o problema não é apenas dos rodoviários, mas da sociedade em geral. “As empresas estão mentindo. Não querem perder as linhas da VCA e dizem para a SMTT que possuem carros reservas. Nós provamos que muitos carros estão quebrados porque são velhos, estavam encostados e têm mais de 10 anos de uso. Eles estão remanejando ônibus de outras linhas para circular em Aracaju, desfalcando o serviço”.

“Esse remanejamento é preocupante porque quem vai sofrer é a população. Quando eles tiram veículos de algumas linhas, eles deixam de prestar o serviço em algumas áreas e vão para outras. Isso pode resultar em pontos mais cheios, em demora na prestação do serviço e mais transtornos para a sociedade. Antes de retirar todos os carros da VCA, as empresas deveriam apresentar carros novos para substituí-los. Se não tem condições, deveria deixar outras empresas operarem o serviço”, cobrou o vereador.

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