quinta-feira, 14 de março de 2013

Armando rebate sindicalista e diz que prefeitura tem rombo de R$ 43 milhões



Logo após a entrevista de Joel Almeida, o ex-prefeito Armando Batalha (PSB) rebateu as acusações do sindicalista e falou sobre o caos administrativo que o município vem vivendo nos últimos anos. Batalha afirmou que a administração estava abandonada, lembrou que não houve processo de transição e que a nova prefeita já contabilizou dívidas de R$ 43 milhões.

Armando Batalha disse que uma consultoria independente foi contratada para fazer uma avaliação técnica das finanças municipais e afirmou que Joel e o Sintese apoiaram a eleição do ex-prefeito Alex Rocha (PDT), que teria contribuído a deixar a dívida pública no patamar atual.



Ele lembrou que em dezembro, ainda na administração passada, o município não pôde sequer pagar os salários a todos os servidores, porque não possuía recursos. Um dos motivos do desequilíbrio financeiro, ainda segundo Batalha, teria sido o projeto de lei que foi aprovado e garantiu o pagamento do piso salarial aos professores. “Aprovaram um projeto de maneira irregular, fora da legalidade, porque nenhum projeto que crie despesas para o Executivo pode ser aprovado sem o prévio estudo financeiro. Da maneira que foi feito, a Lei de Responsabilidade Fiscal foi ferida”, explicou Batalha.



Sobre sua suposta influência na administração municipal, ele garantiu que a prefeita de fato e de direito é Rivanda Farias, suas esposa, mas deixou claro que ele é sim consultado por ela, por conta da experiência administrativa que possui e pela posição de líder do partido e do grupo político no município.



“Ir para a frente da minha casa me xingar não vai adiantar, isso não vai me intimidar. Queremos diálogo, mas dentro da realidade, a prefeita está dando um choque de gestão, agindo de acordo com a lei. Em relação aos professores, é só entregar seu plano de aula para receber os salários. A prefeita determinou a abertura de inquérito administrativo para apurar o caso. Isso é porque antes todo mundo mandava em São Cristóvão, antes vocês faziam o que quisessem, hoje não é assim”, continuou Batalha, explicando ainda que o município está buscando sim a certidão negativa, para poder ter acesso a recursos federais, já que o município tem perdido verbas para Saúde e saneamento, entre outros.





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