terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Secretária Goretti Reis participa de encontro com ministro da Saúde

Reforma e ampliação das unidades de saúde e investimentos em infraestrutura. Estes são alguns dos desafios que os secretários municipais de Saúde de todo país terão que enfrentar nos próximos quatro anos. Os problemas foram pontuados durante encontro, em Brasília, do qual a secretária municipal de Saúde, Goretti Reis, participou, ao lado de dois mil colegas das 435 regiões de saúde. 

O encontro ‘Acolhimento Nacional aos Secretários e Secretárias Municipais de Saúde', foi realizado pelo Ministério da Saúde (MS). "Esse evento, na verdade, foi uma forma de todos conhecerem as propostas do MS para todo país e dar visibilidade aos secretários que estão chegando", disse Goretti Reis.
"Para nós, foi importante saber o que o MS tem, enquanto incentivo e recursos para os municípios. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, passou quase duas horas, explicando como se buscar os incentivos e mostrou que quer ter os municípios como parceiros. Nessas oficinas discutiu-se ponto a ponto, o que efetivamente a gente pode buscar, isso foi importante para os  secretários que estão assumindo", afirmou a secretária.
Goretti lembra que o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda é uma polêmica muito grande na política nacional. "Aracaju tem um quantitativo muito maior que a sua realidade. É preciso ter um cartão que unifique e mostre de onde o paciente veio, porque facilita numa pactuação, mostra as demandas de cada região para encaminhar melhor o fluxo dentro do próprio Estado", disse Goretti.
Portarias
Durante a reunião, o ministro da Saúde assinou portarias que permitem disponibilizar os recursos para construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento. O valor máximo dos incentivos financeiros para o financiamento da construção de cada UBSF é de R$ 1,6 milhão, dividido em três parcelas. O total de recursos será de R$ 102,4 milhões até o final da gestão. Serão 50 UBSF custeadas com recurso federal, sendo 28 por celebração de convênio e 22 por repasse Fundo a Fundo.
Uma das portarias beneficia os agentes comunitários de saúde, com a fixação do valor de R$ 950 por agente a cada mês como incentivo financeiro. O valor praticado atualmente era de R$ 871/mês. Foi assinada ainda a portaria que permite que todos os municípios do Brasil tenham pelo menos uma equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF).
A portaria cria a modalidade 3 (de uma a duas equipes), e redefine os parâmetros de vinculação das modalidades 1 (de cinco a nove equipes) e 2 (de três a quatro equipes). Esta redefinição representa um aumento do teto de implantação dos NASFs para os municípios, com ampliação dos repasses financeiros federais. O NASF é uma equipe, integrada por profissionais de diferentes áreas de conhecimento que atuam em conjunto com os profissionais das equipes de Saúde da Família (SF), compartilhando e apoiando as práticas em saúde.

Nenhum comentário:

Postar um comentário