sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Campos diz que aliança entre PT e PSB em Sergipe está consolidada

Questionado pela imprensa sergipana se uma possível candidatura do PSB à presidência da república poderia inviabilizar uma aliança entre PT e PSB na disputa pelo governo estadual, em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) afirmou que em Sergipe existe uma aliança muito amadurecida entre as duas siglas, parceria que está consolidada.


“Nós temos uma aliança amadurecida há muitos anos, e essa aliança tem obtido conquistas importantes para a cidade de Aracaju. Estivemos disputando os destinos da capital e hoje o partido está sob a liderança do governador Marcelo Déda. Mas neste instante não é a hora de discutir política, tudo que o país não precisa é que a gente, a dois anos da eleição, monte palanque e comece a discutir eleição. Esse é um discurso oco de conteúdo e fora da pauta popular, que é o crescimento econômico. A alguns políticos interessa antecipar a eleição, e com certeza, esses políticos não estão vendo o interesse do povo”, explicou o governador.


Presidência
Questionado pela milésima vez sobre sua possível candidatura à Presidência da República, o governador do estado de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) não quis discutir o tema. Ela afirmou que 2013 será o ano que não permitirá a posição de antecipar o debate eleitoral de 2014, pois o mundo atravessa um momento de crise e a principal agenda do país deve ser a retomada do crescimento econômico.


“Há a necessidade de preservar os empregos, aumentar investimentos públicos e privados. Tudo isso necessita que não tenhamos uma visão amesquinhada de montar palanques antecipados, afinal acabou uma eleição municipal, vamos deixar o debate eleitoral para 2014. 

O momento é de ajudar a presidente Dilma e o Brasil, e a posição do PSB é de solidariedade à causa brasileira e de ajudar o governo da presidente Dilma, para fazer um 2013 melhor que 2012. Eleição vamos discutir no período da eleição”, disse Eduardo Campos.

Repórteres também perguntaram se ele estaria disposto a apoiar o presidenciável Aécio Neves (PSDB), caso não fosse candidato. Eduardo respondeu que a conversa entre políticos é natural, e falou que muitos deles, quando questionados pela imprensa, podem revelar suas posições pessoais ou suas impressões de imaginam o cenário polítco em 2014. 


“Mas não cabe a nós, que temos a responsabilidade de governar estados e de apoiar a presidente da republica, alimentar um debate que neste instante não serve em anda à população. Nossa obrigação é tocar obras, conter a inflação dos alimentos, incentivar novas indústrias, crescer mais do que ano passado, gerar mais de um milhão de empregos no Brasil. Até porque já vimos em outras eleições, tudo o que se discute antes das eleições não vale absolutamente nada no não da eleição”, concluiu.

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