sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Jackson pede ao ministro Edison Lobão prioridade na instalação de novos poços de petróleo no Estado

De acordo com o ministro de Minas e Energia (MME), Edison Lobão, Sergipe está entre as prioridades do Governo Federal no que tange ao aumento da produção de petróleo no país. A garantia foi dada pessoalmente ao governador em exercício, Jackson Barreto, na noite da última quinta, 11, em Brasília.

Jackson pediu inclusão de novos poços
no plano de investimento
"A descoberta de petróleo em águas profundas, em Sergipe, é muito importante para o Brasil", resumiu o ministro durante a audiência. Interessado no aumento da receita proveniente da extração de hidrocarbonetos, Jackson esteve em Brasília para solicitar que a Petrobras priorize a exploração dos novos campos petrolíferos recém-descobertos no Estado, incluindo-os nos planos de investimentos da estatal.

Águas rasas

"Nossa preocupação é que os investimentos cheguem logo, trazendo aumento de receita, como a da arrecadação de royalties, para o Estado e para os municípios", argumentou o governador em exercício. Segundo Lobão, as novas descobertas de Sergipe estão no mesmo nível de prioridade das bacias de Santos e Campos, no Sudeste brasileiro.

A importância das descobertas – coincidentemente, um novo bloco em águas sergipanas foi anunciado nesta quinta pela Petrobras – foi confirmada pelo secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do MME, Marco Antônio Martins Almeida, presente à audiência. Além de ratificar a boa qualidade do óleo descoberto na costa sergipana, o secretário confirmou, já para 2012, a abertura de novos poços em águas rasas na costa do Estado.

Emprego

Os cálculos iniciais indicam que a produção petrolífera do Estado pode aumentar em até cinco vezes com os novos poços. Junto à ampliação da receita, lembra Jackson, virá a maior geração de empregos. As novas descobertas, anunciadas entre 2011 e 2012, chancelam a vocação sergipana para a produção de energia.

Durante o encontro no MME, o governador em exercício foi assessorado por Oliveira Júnior, secretário do Planejamento, João Andrade Vieira, secretário da Fazenda, e pelo professor Ricardo Lacerda, assessor econômico.


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