quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Comitê de Arborização Urbana conclui elaboração de Plano Diretor

Por mais simples que seja a iniciativa de efetuar o plantio de uma espécie em qualquer localidade, é necessário que o cidadão tenha um conhecimento básico a respeito do desenvolvimento desta espécie para que o cultivo não traga danos ao meio urbano e consequentemente à própria planta. Situações como esta fizeram parte da série de discussões entre representantes do Comitê de Arborização Urbana em torno da elaboração o Plano Diretor de Arborização Urbana, que na última segunda-feira, 22, chegou a seu estágio final.



Após a reunião que aconteceu na Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (Aease), o presidente do Comitê, Fábio Silva, disse estar satisfeito com esta conquista. "Foi um trabalho minucioso e que exigiu dedicação e muita técnica dos envolvidos. Agora podemos considerar concluída esta primeira fase de elaboração dos itens que irão compor o Plano Diretor de Arborização e que será submetido ao Poder Legislativo", afirmou ele.
De acordo com o engenheiro agrônomo e representante da Aease, Antonino Campos, o próximo passo será adequar o projeto aos procedimentos legais.

"O plano serve como um instrumento muito importante para a administração municipal, pois coordena a forma tecnicamente viável de arborização urbana na cidade, e uma das questões mais sérias relacionadas à prática do plantio realizado pelos munícipes é que estes na maioria das vezes não têm o conhecimento da área e utiliza um material genético inadequado, ou seja, plantas que daqui a dez anos poderão trazer problemas. As discussões relacionadas à elaboração foram concluídas e agora, encaminharemos o material para análise jurídica. Uma das grandes vantagens da iniciativa é disciplinar esta prática de forma consciente", resumiu Antonino Campos, que recentemente foi eleito engenheiro agrônomo do ano durante as comemorações alusivas à data promovida pela Aease.

Para o gerente de Áreas Verdes da Emsurb, Francisco Ney, durante todo o processo de elaboração do plano não foram descartadas questões sobre infrações e penalidades. "Discutimos sobre várias questões que envolvem esta área, e para os casos em que sejam percebidas situações inadequadas, ambientalmente falando, o plano irá citar a respeito de infrações e penalidades baseadas na legislação. Este plano irá se somar ao que a Câmara Municipal atualmente discute, que é o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Sustentável de Aracaju (PDDUS)", concluiu.  

Comissão
O comitê reúne-se bimestralmente e é composto por representantes da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (Aease), Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), Secretaria de Estado do Planejamento de Sergipe (Sedurb), Administração Estadual de Meio Ambiente (Adema), Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Conselho Regional de Arquitetura e Agronomia (Crea), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS), Universidade Tiradentes (Unit), Universidade Federal de Sergipe (UFS), ONG Vida Ativa, ONG Ciclo Urbano, Sociedade Semear e Energisa.

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