terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aracaju: Próximo prefeito poderá tomar até R$ 1 bilhão em empréstimos

Informação é de Edvaldo Nogueira, que garante: próximo gestor poderá investir R$ 30 milhões por ano

Por Max Augusto
O prefeito eleito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), poderá tomar mais de R$ 1 bilhão em empréstimos para investimentos na cidade. Essa é a atual capacidade de endividamento do município, de acordo com entrevista exclusiva concedida pelo prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PC do B), ao JORNAL DA CIDADE -  e reproduzida aqui no BLOG DO MAX. Ainda de acordo com Edvaldo, a previdência dos servidores municipais possui R$ 180 milhões em caixa.


“O próximo prefeito vai ter recursos para investir. Se quiser, o próximo administrador vai poder investir o mesmo que nós estamos investindo, cerca de R$ 30 milhões por ano. Contamos ainda com uma capacidade grande de endividamento, superior a R$ 1 bilhão, que é uma das melhores entre os municípios sergipanos e capitais”, disse o prefeito.

Como exemplo Edvaldo citou a previdência do município, que conta com um saldo de R$ 180 milhões. “Conseguimos capitalizar isso ao longo de doze anos. Enquanto o governador Marcelo Déda (PT), no governo do Estado, herdou uma dívida enorme, a situação da previdência dos nossos servidores municipais é muito boa”, insistiu.


Edvaldo falou ao JORNAL DA CIDADE que o próximo prefeito vai receber as finanças da prefeitura maravilhosamente bem, e que este é um dos melhores períodos da administração municipal, do ponto de vista contábil. “Conseguimos organizar tudo, as contas vão estar absolutamente sadias, temos uma situação financeira muito boa. Mas tudo depende de quem vai administrar, se for mau gestor, perdulário, a Prefeitura quebra”, explicou.


Obras
Sobre as obras da Prefeitura que ainda estão em andamento, Edvaldo Nogueira deixou claro que vai cumprir o que estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF): todas as contas estarão pagas e as obras que não forem terminadas vão ficar com recursos disponíveis para a sua conclusão.


“Se o próximo gestor quiser parar as obras que porventura não estejam concluídas, será uma decisão dele, não é um problema meu. O importante é que ele terá os recursos e vai decidir o que fazer com eles. É claro que um prefeito aliado seria melhor para dar continuidade às obras”, destacou Edvaldo.


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