quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Deputado Rogério diz que Ministério da Saúde tem melhor política de distribuição de remédios de todos os tempos

O deputado federal Rogério Carvalho (PT/SE) elogiou a política de distribuição de Remédios do Ministério da Saúde, ao ler a notícia que os pacientes que sofrem com a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (Dpoc) passarão a ter acesso a medicamentos para tratar os sintomas da patologia. O Sistema Único de Saúde (SUS) vai passar a oferecer os medicamentos budesonida, beclometasona (corticóides inalatórios), fenoterol, sabutamol, formoterol e salmeterol (broncodilatadores).

Atualmente, esses remédios já são distribuídos para outras finalidades, como por exemplo, tratamento da asma. Agora, eles poderão ser indicados também para a Dpoc, que afetas pulmões e atinge principalmente ex-fumantes.

“Esta é uma notícia muito importante. Nós sugerimos através da Subcomissão de Reforma do SUS, uma readequação e fortalecimento neste e em outros itens. Visitamos outros países na época e percebemos que o Brasil está saindo na frente no que se refere a distribuição de remédios e no sistema de vacinação. Desta forma, garantimos ao nosso povo um sistema integrado e universalizado, previsto na constituição de 1988, sem falar no aumento da qualidade de vida e também da longevidade da População”, comentou o deputado federal e médico sanitarista.
 
Medicamentos beclometasona e sabutamol também já eram ofertados com até 90% de desconto pelo programa Farmácia Popular para tratamento da asma leve e moderada. A partir da publicação de portaria prevista para quarta-feira (26), a rede pública de saúde terá até 180 dias para começar a ofertar os produtos de graça à população.

“A Dpoc é uma doença frequente, que afeta boa parcela dos brasileiros. A medida permitirá a melhora na qualidade de vida dos pacientes, além de contribuir para a economia nas finanças das famílias”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Outras doenças
Ainda estão incluídas na lista de incorporações outras linhas de cuidado para tratar a doença, como por exemplo, vacina contra influenza, a oxigenoterapia domiciliar e os exames diagnósticos para deficiência de Alfa-1 (caracterizada por níveis muito baixos no sangue ou inexistentes de uma proteína produzida pelo fígado).

Relacionada ao tabagismo e à exposição passiva ao fumo, à poeira e à poluição, a Dpoc causa falta de ar, fadiga muscular e insuficiência respiratória. Sua prevalência ocorre especialmente em adultos acima de 40 anos (15,8%) e é apontada como uma das principais causas de mortalidade no País.

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