terça-feira, 17 de julho de 2012

Marcelo Déda: “O que estamos assistindo é a negociação dos destinos de Aracaju”

“O que estamos assistindo é a negociação dos destinos de Aracaju, das nossas crianças, dos nossos filhos. Numa campanha discutida na compra de apoio e na exigência de dinheiro. Quem leu a entrevista do Cinform ficou preocupado”, disse ontem o governador Marcelo Déda (PT), durante a plenária de mobilização em apoio ao candidato Valadares Filho (PSB).
Déda: "O projeto de governo do PSC é um talão de cheques"
Déda estava se referindo à denúncia publicada ontem no jornal CINFORM, onde o deputado federal Almeida Lima (PPS) denuncia um suposto acordo proposto pelo agrupamento político liderado pelos  irmãos Amorim, que teria condicionado seu apoio ao pagamento de R$ 5,4 milhões para custeio de campanha dos 270 candidatos a vereadores, além do loteamento político das mais importantes pastas da Prefeitura de Aracaju: Saúde, SMTT, Emurb e Emsurb. 

“Temos o dever de derrotá-los! Esse grupo, vamos ter que enfrentar. Falando a verdade, falando os fatos: O plano de governo do PSC é um talão de cheques porque estão acostumados a fazer negócios. A prefeitura é para produzir para o povo, não é para fazer negociata”, advertiu.

Diferencial“Não viemos aqui para dizer que viemos defender a bandeira. Viemos aqui para dizer a cada um de vocês que a nossa tarefa é ganhar as eleições e derrotar o atraso na nossa capital. Nossa tarefa aqui não é de marcar posição”, afirmou o governador Marcelo Déda, fazendo questão de estabelecer parâmetros diferenciais entre os agrupamentos políticos que se enfrentam na disputa pela Prefeitura de Aracaju.

“Estamos pra dizer a eles que não estamos aqui pra competir. Estamos aqui pra ganhar de novo. Em 2006, o mesmo candidato que está aí disse que Déda era um menino e perdeu. Agora, ele diz: Valadares Filho é um menino! Nós dizemos: – E o senhor, doutor João, não se cansa de apanhar de menino”, provocou o petista.

“Estamos aqui pra dizer a vocês que ninguém vai ser perseguido, que ninguém vai ser derrotado por João Alves, que ninguém vai ser agredido pela volta do poder econômico com fome e com sede de poder”, alfinetou Marcelo Déda.  

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